05-18-10

Quase comi um SPAM em Nova York

Queridos amigos leitores de Avante, sentiram minha falta? Pois é, estava um pouco ausente por aqui, mas agora estou de volta! O motivo de minha ausência é algo bastante compreensível. Estava em Nova York esses dias para um encontro inesquecível. Tive a oportunidade de ficar frente à frente com o SPAM. Isso mesmo, o SPAM, de carne e (sem) osso. A foto abaixo comprova.

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03-16-10

Os melhores anúncios do mundo

Já coloquei aqui no Avante várias dicas de bancos de imagens, de ilustrações, logotipos, vetores, backgrounds, texturas mas nunca coloquei um banco de anúncios criativos, não é verdade?

Provavelmente você já deve ter buscado algo desse tipo, principalmente se você é aluno de publicidade ou procurava alguma inspiração. Afinal anúncios também são inspirações excelentes para a criação de design web. Através dos anúncios notamos as novas tendências e soluções de imagem que podemos trazer para a Web.

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02-19-10

O segredo do McDonalds é revelado!

Você já comeu um BigMac igual o da foto acima? Provavelmente não. Talvez tenha até se espantado algum dia ao abrir a caixinha e ter visto um BigMac que lembrasse o da foto, mas apenas lembrou, assim, digamos, de longe. Afinal, qual o segredo do BigMac acima? Será que é Photoshop? Que nada!

No Curso de Design Web, apresento aos meus alunos uma aula especificamente sobre metacomunicação. Abordamos temas como esse do BigMac perfeito. Discutimos o porquê desse hamburguer aparentar ser tão apetitoso, tenro e quentinho, mostro os detalhes que nos dão esses sentidos indo além do olhar e como isso pode nos ajudar na criação de um layout.

Um dos meus alunos, Clayton de Abreu, ao ver essa aula sobre Metacomunicação, lembrou de um excelente vídeo que desmascara o segredo do BigMac perfeito. Foi aí que ele resolveu compartilhar esse vídeo com a gente. Você será apresentado para a cozinheira responsável pela perfeição não só do BigMac mas das batatas-fritas também. Graças a ela os sanduíches e batatinhas do McDonalds saem perfeitinhas em seus anúncios. Veja, aprenda e tente fazer em casa. É simples, mais simples que receita de Ana Maria Braga. Olha só.

O melhor foi a da batatinha. Realmente nunca recebi batatinhas tão retinhas e em pé na caixinha.

Para o alto e Avante!

09-15-09

Banner: o quê vale mais, o clique ou a exposição?

Existe uma polêmica em relação aos banners, que muitos aqui já devem ter ouvido falar. De um tempo pra cá escutamos alguns dizerem que ninguém mais olha pra banner, que não tem muita eficiência, que não aumentam vendas, coisa e tal. Já para outros o clique era o que valia, se o banner é clicado, beleza, sem clique, então não presta. Inclusive muitas campanhas são avaliadas somente por cliques ao invés de exposição.

Porém, uma pesquisa recente realizada pela ComScore, analisando 139 campanhas publicitárias em banner, revelou que houve sim um aumento de audiência e vendas mesmo sem cliques, apenas com a exposição do banner.

E eu acredito que apenas a exposição do banner possa provocar interesse mesmo quando se está no mundo offline. Já me peguei algumas vezes comprando ou fazendo alguma coisa por ter lembrado de um banner que vi em algum site que sempre visito. Como avaliar isso? Como que o dono da loja vai saber que eu estou lá por conta de um banner não clicado?

Quer ver detalhes da pesquisa? A UOL publicou pra gente. E claro, pra UOL é de grande interesse que essa pesquisa seja divulgada não é mesmo? ;)

Leia e depois volte aqui pra comentar.

Para o alto e Avante!

01-12-09

Como fazer um blog lucrativo?

No post da semana passada dei 5 idéias de como trabalhar em casa e numa dessas idéias citei o livro “Como fazer um blog lucrativo”. Alguns ficaram curiosos a respeito do livro e me perguntaram sobre ele.

Pessoal, o livro realmente ensina com riqueza de detalhes como fazer um blog que lhe dê bons ganhos com links patrocinados. Este livro nasceu de um incentivo meu. O autor é nada mais que Leandro Ávila, administrador de empresas, dono da iLogic, Neosite e tantos outros empreendimentos voltados para a internet, além de diversos blogs. Pelo sobrenome dá pra perceber que ele também é meu irmão. ;)

Por ser meu irmão, sempre tive muita proximidade e conversamos sempre sobre o assunto. Acompanhei diversas experiências suas em blogs, verificando audiência x publicidade x lucratividade. E de fato sempre me impressionei com a capacidade de se ganhar dinheiro utilizando Google Adsense e links patrocinados.

Nos últimos dois anos vi Leandro orientando blogs de clientes e de alguns amigos em comum. E realmente funciona. Vi uma prima minha, já formada em contabilidade passar a ganhar 3 mil reais com apenas 6 meses de blog depois de seguir as dicas do Leandro. Outro amigo, ainda estudante de publicidade, resolveu arriscar os conselhos do Leandro e lançou um blog. Meses depois já estava ganhando o triplo que recebia como estagiário.

Depois de tanto ver isso, disse a ele: “Po, Leandro, pq vc não escreve um livro? Vc tem que compartilhar isso com mais gente.” Foi daí que nasceu o livro “Como fazer um blog lucrativo”.

E Leandro nos oferece um presente. O assinante do informativo Avante ganhará 15% de desconto no livro. Que maravilha não é? O desconto é válido até dia 15/01. Então não perca tempo.

Acesse o link exclusivo da promoção: http://cursos.ilogic.com.br/promocoes/44-avante/
49-promocao-como-fazer-um-blog-lucrativo.html

Para o alto e Avante!

10-16-08

Nosso negócio é convencer pessoas.

Ano passado estive palestrando no 2o Festival Gazeta de Publicidade quando tive a oportunidade de conhecer uma figura chamada Stalimir Vieira, grande publicitário que ja dirigiu criação em agências famosas como DPZ,  W/Brasil,  Bates e na DDB Argentina,  além de ser professor e autor de vários livros sobre publicidade.

stalimir-brunoavila

Antes de minha palestra, durante o almoço, tivemos uma conversa bem animada sobre publicidade e internet. Ficamos ali filosofando e arriscando previsões para o futuro sobre os novos rumos da publicidade frente às inovações tecnológicas de comunicação.

Logo após fui palestrar falando justamente sobre esse assunto. Como tinhamos na platéia publicitários e estudantes de comunicação, iniciei logo  com uma visão “apocalíptica”  para botar aquele medo e despertar a atenção. Notícia ruim normalmente o pessoal se interessa não é mesmo? Basta ver o Jornal Nacional e observar de quantas notícias negativas e positivas é feito um jornal.

Mas o melhor de tudo é que no final da palestra revelo o final feliz, assim como toda novela. Realmente com as novas tecnologias os publicitários atuais e os estudantes devem se aperfeiçoar ainda mais e adequar sua criatividade a cada meio. Mas não é preciso tanta preocupação e correria pois isso não acontece de um dia para o outro. Assim como a publicidade de jornal se adaptou ao rádio e a publicidade de rádio se adaptou a TV, ela irá sempre se adaptar as novas tecnologias. O que importa é o que Stalimir disse no seu artigo abaixo:

“(…)ocorra o que ocorrer, o futuro não prescindirá do talento criativo e do conteúdo cultural”

 

Veja o ótimo artigo de Stalimir Vieira sobre o futuro da publicidade e as novas tecnologias. Leitura muito boa! Então senta, senta que lá vem a história!

Nosso negócio é convencer pessoas.
Stalimir Vieira

Semana passada estive em Maceió, dando uma palestra para uma centena de estudantes, no 2º Festival Gazeta de Publicidade. Falei um dia depois de Bruno Ávila, jovem especialista em internet, que havia feito uma projeção sombria para a publicidade convencional, num futuro muito próximo e dominado pela web. Pelo número de perguntas e conhecimento da linguagem que, ao final da exposição, vieram da parte do público, deu para perceber que havia um alinhamento bastante natural na percepção das tendências. Ou seja, essa consciência já está incorporada pela nova geração de profissionais que desembarca no mercado. Todos sabem e sentem que, nos próximos anos, mudanças importantes exigirão dos publicitários o conhecimento de novos meios para se comunicar com um consumidor cada vez mais auto-suficiente na eleição do que deseja ler, ouvir e ver. A garotada domina o linguajar relativo à internet do futuro e tem familiaridade com as interconexões entre computador, celular, televisão, etc É perceptível, porém, que conhecer essa linguagem não é suficiente para que os jovens profissionais se sintam seguros com relação ao futuro. Apesar da boa participação no debate, pairou no ar uma certa angústia, diante da “ameaça” à profissão. É como se não se encaixassem as funções de um novo mercado com o grosso de seu aprendizado, cujo currículo ainda se baseia numa formação convencional. Na noite anterior à minha palestra, fiquei refletindo sobre o que ouvira do especialista e de como deveria “responder”, sem parecer saudosista nem retrógrado, à expectativa daquelas moças e daqueles rapazes, sendo eu um sujeito que começou sua carreira de redator, datilografando numa Olivetti. Para minha sorte, descobri (na internet!) que a próxima edição da Veja teria 111 páginas de anúncios. Ora, mas não seria mesmo formidável que, no mesmo evento em que a propaganda convencional – mais que tudo a sempre condenada mídia impressa – ganhara uma espécie de epitáfio, o mesmo público recebesse a informação de que os profissionais de criação mais importantes do País estiveram ocupados, na semana anterior, em criar e produzir 111 anúncios apenas para uma edição da Veja? E foi assim que comecei a minha palestra: eu não sei o que vai acontecer amanhã, mas hoje vocês teriam de criar 111 anúncios de revista; alguém se habilita? Com isso, não tive a presunção estúpida de negar as transformações que, fatalmente, vão ocorrer num futuro mais ou menos breve (temos que ter maturidade para compreender que o ritmo da evolução também é manipulado no atendimento de interesses diversos), mas procurei alertar a platéia de que, ocorra o que ocorrer, o futuro não prescindirá do talento criativo e do conteúdo cultural. E que a habilitação para esse mesmo futuro tem dois inimigos mortais: a passividade e a certeza absoluta. São características reveladoras da preguiça de pensar. Lembram da tal da “nova economia” que levou um monte de gente boa para o buraco por pura passividade e pura “certeza absoluta”? Na viagem de São Paulo à Maceió, lendo o segundo volume das “Memórias da Segunda Guerra Mundial”, magnífica narrativa de Winston Churchill, registrei uma passagem muito sensível, em que ele afirma alguma coisa como “sendo o futuro, muitas vezes, uma questão de sorte, o que nos cabe é estar preparados, essencialmente, naquilo que sustenta qualquer solução exigida.” Inspirado por essa revelação de profunda sabedoria, eu disse que, por mais complexas que se tornem as tecnologias no uso do marketing e da comunicação, estaremos sempre no negócio de convencer pessoas. E que isso exige, muito mais do que conhecermos métodos e ferramentas, conhecermos as próprias pessoas, seus sentimentos, seus desejos, seus receios… E que não há pesquisa mais eficaz do que a convivência. A tecnologia é resultado do conhecimento acumulado e organizado, a partir de uma tese, e se desenvolve e se aplica no atendimento a um propósito. Ou seja, é pura reflexão, é pura filosofia. O que significa que a passagem de paciente para agente no desenho do futuro é simplesmente uma questão de aprofundamento cultural e de um processo natural e permanente de reflexão. É essa reflexão sobre a informação recebida que nos excita a sensibilidade e promove uma espécie de “orgasmo” chamado inspiração. Aplicável em qualquer modelo de futuro. Com a vantagem de que pode ser usada também no presente.

Fonte: http://www.stalimir.com/basedemarketing/artigo_.asp?artcod=259

Para o alto e Avante!

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08-15-08

Você já comeu um Bigmac igual ao da foto?

Essa dica foi enviada pelo leitor e meu  ex-aluno Alexander Missias. Navegando pela Net, Alexander topou com uma pesquisa que o fez lembrar da aula de metamensagens do Curso de Design Web.

Na aula de metamensagem falo como as informações que rodeiam a mensagem principal possuem uma importância enorme na reação e decisão de uma pessoa. Então vou seguindo até chegar nas imagens. Sabemos que as imagens correspondem aos itens de emoção de um site. Quanto utilizado com fins publicitários, a imagem precisa não só informar mas convencer. Então lanço a pergunta: como informar ao leitor de uma revista que o Bigmac é gostoso, quentinho, cheiroso, tenro e molhadinho?

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02-12-08

Finalmente, a Internet encontrou seu rumo

 Quando a imprensa foi criada pelo alemão Johannes Gutenberg, por volta de 1450, não existiam muitos títulos a serem publicados. Afinal, praticamente não existiam escritores. A Bíblia, um dos livros mais antigos do mundo, atravessou séculos sendo escrito a mão pelo clero, porém tornou-se o primeiro título a utilizar a famosa prensa de Gutenberg, multiplicando seus exemplares e popularizando-se.

 

Com o passar dos anos, a escrita e o conhecimento se tornou acessível a um número maior de pessoas. Podemos considerar a invenção do livro como o primeiro meio de propagação de idéias em alta escala.

 

Já no início do século passado tivemos uma enxurrada de invenções que iriam transformar a comunicação no mundo. O telefone, o fonógrafo e o cinema são algumas delas. Porém, vamos dirigir nossa atenção primeiramente ao Rádio.

 

O rádio chegou no Brasil em 1922. O então presidente Epitácio Pessoa abriu a primeira transmissão de rádio do País com um discurso. O sinal foi transmitido no Rio de Janeiro através de uma antena colocada no Corcovado. Receptores foram espalhados em Niterói, Petrópolis e São Paulo. No Rio, foram colocados alto-falantes em alguns locais, deixando a população de boca aberta ao ouvir o estrondo das caixas que ecoavam “O Guarani” ao vivo do Teatro Municipal, regido por Carlos Gomes.

 

A história que se seguiu é bem interessante. No início a Rádio MEC, uma das primeiras do Brasil, tinha o intuito de levar educação e cultura à população brasileira. Imagine, aulas sacais, de matemática à história, onde um locutor apenas falava e nada mais. Uma tentativa de levar a escola até o Rádio. Claro que seria um fracasso, levando a rádio a quase declarar falência por falta de audiência e de dinheiro. Depois começaram a surgir algumas rádios que trouxeram a música e a publicidade para a programação. Foi então que o rádio se encontrou e surgiu os programas de auditório, as cantoras do rádio e sua era de ouro, onde a publicidade bancava tudo.

 

Até que apareceu a televisão. Quando a TV Tupi foi lançada em 1950 por Assis Chateaubriand, nada se sabia sobre TV. Profissionais da radiodifusão foram alocados na emissora, trazendo a linguagem do rádio para a telinha. Trouxeram o telejornal lido no papel, os programas de auditório do rádio e as rádio novelas que misturado ao teatro, se transformou em telenovelas. A linguagem da televisão era precária, quem viveu essa época viu muita improvisação e não se sabia direito como ganhar dinheiro com ela. Os anúncios publicitários eram nada mais que jingles de rádio, executados ao vivo antes da criação do videotape.

 

A televisão brasileira só encontrou um rumo com a criação do padrão Globo de se fazer TV, criada por José Bonifácio, o Boni, e Walter Clark. Até hoje, depois de 40 anos, as emissoras continuam tentando seguir o padrão criado pela Rede Globo, chegando a imitar descaradamente toda sua programação e identidade visual (leia-se Rede Record), numa tentativa de tirar o seu primeiro lugar de audiência.

 

Foi aí que em 1995 surgiu no Brasil a tal da Internet. O início não podia ser diferente do livro, do Rádio e da TV. Vamos recapitular: nas primeiras impressões de livros no mundo, não se trouxe nada de novo a não ser impressões da velha bíblia. No rádio, não se trouxe no início nada de novo, apenas discursos de políticos, professores e leituras de jornais impressos. Na TV, em suas primeiras transmissões, vimos apenas o que já existia no rádio, numa tentativa de adaptação.

 

Na internet não seria diferente.

 

O Jornal do Brasil foi o primeiro jornal online brasileiro. O que se tentou por alguns anos foi trazer o formato do jornal para a rede. Veja abaixo um antes e depois.

 

internet-rumos-jb.jpg

 

Note a diferença gritante no formato de comunicação. Em 1996 o que se tentava era reproduzir na internet o que já se tinha, no caso o jornal. Ninguém sabia como fazer a coisa funcionar bem na internet. Foi a primeira vez que vimos trabalhar no mesmo ambiente, jornalistas, publicitários, analistas de sistema, programadores, designers e administradores.

 

Enquanto o jornalista tentava jogar na Internet tudo aquilo que sabia fazer no jornal impresso, o publicitário tentava trazer as “tifs” de 50 megas, transformando em pequenos arquivos gif de 2 megas e tacando nas páginas, dizendo que aquilo era um anúncio do tipo “banner”. ( É verdade, uma vez recebi de uma agência um banner de 2 megas para ser colocado num portal de notícias. Erro comum naquela época ). Para que esse conteúdo fosse pro ar de uma maneira decente, entrava em cena o criativo das agências de publicidade, acostumados a trabalhar com layouts impressos, sem nunca ter ouvido falar em menu de navegação ou usabilidade. Pra que essa máquina pudesse funcionar, entrava em cena o programador e o analista. Enquanto isso lá na outra ponta, o administrador tentava organizar todo esse conjunto.

 

Porém, nem sempre era assim que funcionava. O programador, que nunca tinha ouvido falar em gestalt na vida, pegava um photoshop e a partir dali tentava fazer um layout. Já o publicitário abria um bloco de notas e tentava fazer um formulário de email, programando. O jornalista saia na rua tentando vender anúncio para o seu portal de notícias. Resumindo: uma confusão só. Até aí podemos ver o que a convergência das mídias acabou provocando. ;)

 

Treze anos se passaram e hoje podemos dizer que já temos uma linguagem de internet. Um exemplo claro disso está no exemplo abaixo, onde mostro uma página interna da Folha de São Paulo em 2000 e em 2008.

 internet-rumos-folha.jpg

Note que os banners, nada mais que anúncios animados inspirados em outdoors eletrônicos que possuem um tipo de anúncio bem semelhante, estão desaparecendo. Hoje já vemos um tipo de anúncio que dá muito mais resultado que o banner animado e que, na internet, funciona muito bem, os links patrocinados ou anúncios texto.

 

Parecido com pequenas chamadinhas de anúncio de classificados, ele tem um diferencial importante que faz com que ele seja unicamente da internet, funcionando apenas nela: é possível clicar no título, diferente do anúncio de classificado que apenas se lê. Além disso o link pode-se relacionar com o assunto, dando ao anúncio um poder maior de atração.

 

Outra coisa fantástica é que pessoas comuns estão virando veículos de mídia publicitária, utilizando ferramentas como o Google Adsense. Sobre isso, falarei mais na frente para que este artigo não fique muito extenso. Mas trata-se de uma nova forma de publicidade, sendo um advento proporcionado pelo meio internet.

 

Portanto, o que vemos hoje não são mais jornais que ficam parados como se ali fosse a edição do dia, com notícias de ontem. As notícias são atualizadas a cada minuto. Os banners não são mais inspirados em outdoors, tem sua linguagem própria criada a partir da internet. Ferramentas online proporcionaram a todos a possibilidade de se ter um jornal, sua rádio ou sua televisão sendo divulgado para todo mundo. Tudo isso criado dentro da internet, utilizando uma linguagem única de comunicação.

 

Acho que estamos vendo a internet, finalmente, encontrar seu rumo, a exemplo do que aconteceu um dia com o livro, o jornal, o rádio e a TV. Por isso, sinta-se pioneiro.

 

Para o alto e avante!