O que fazer com os “sobrinhos”?


Semana passada recebi um email de um leitor indignado com os meus cursos. No email, ele cita que tem a formação em design e que para alcançar tal título passou 5 anos na faculdade assimilando diversos conteúdos que considera impossíveis de serem passados a distância muito menos em poucos meses.

Este leitor ainda disse “Pois é, eu como seu admirador, hoje fiquei indignado, porque esta postura sua prolifera a existência de “micreiros” que estão prostituindo o mercado profissional” e complementa dizendo que “não é justo o que você faz com os profissionais letrados, desculpe a sinceridade, não é um ataque, mas simplesmente dentro da democracia que vivemos, estou explanando minha opinião sobre o fato.”

Bem, ao responder o amigo, vi que isso seria um bom assunto para um artigo. Afinal, o que fazer com esses “sobrinhos” e “micreiros” que aterrorizam os “profissionais letrados”?

Daqui a pouco inventam uma passeata assim...
Tem gente por aí que sonha com isso. Será que essa seria a melhor solução?

Vou transcrever para vocês um pouco da minha resposta para o amigo leitor indignado.

Compreendo sua posição mas não podemos fechar os olhos para uma realidade.

É fato: a facilidade de acesso a tecnologia fez com que pessoas comuns pudessem criar vídeos, programas de tv, jornais, revistas, música, cds, sites e até mesmo logotipos.

Veja meu caso. Eu não sou diretor de tv nem editor de vídeo, muito menos tenho uma produtora. Porém com pouquissimos recursos, uma mini-dv na mão e um pano verde na parede com 4 luzes de halogenio, fiz um estudio num pequeno quarto. Você pode ver eu andando num estudio virtual em www.causosreais.com.br coisa que até então só produtoras e tvs conseguiam fazer. E não foi preciso fazer 5 anos de faculdade de radio e tv.

“Mas Bruno, isso quer dizer q você está desmerecendo o profissional graduado?”

Claro que não. O que estou dizendo é apenas um fato, uma realidade: a tecnologia aproximou pessoas comuns da técnica que antes apenas graduados tinham acesso.

Em todos os meus cursos deixo claro: os cursos que ministro não substituem nenhuma graduação. Sou formado em publicidade e sei muito bem a preparação que a faculdade nos dá. Pelo contrário, muitos alunos acabam fazendo faculdade de publicidade ou design depois de verem minha indicação durante o curso.

Sobre sobrinhos, nós webdesigners sofremos muito com isso, mas muito mesmo. Um dia parei e pensei: poxa, eu vou ficar reclamando de sobrinhos? Vou fazer o quê, proibí-los de fazer sites? Sair nas ruas matando todos que encontrar pela frente? Negar essa realidade seria uma ignorância. E tentar combater com repressão, também não seria democrático. Então pensei: vou fazer um curso, com valor acessível a todos, mostrando o caminho das pedras e ensinando o rumo que se deve seguir.

É claro que num curso de 3 meses não há tempo para aprender tudo mas apresento os caminhos, os assuntos e indicações de leitura, cursos destinados ao pessoal que faz sistema da informação, administração, garotada do ensino médio, de 17, 18 anos, que já produzem sites.

E o resultado é bastante animador. O aluno entra fazendo um layout ruim e realmente progride no curso depois dos conceitos de design gráfico aplicados a web e comunicação visual.

Tendo um trabalho bom de layout, faltava saber vender seu serviço. Foi aí que criei o curso “Como vender sites”. Dessa forma, ao invés do “sobrinho” sair vendendo seu trabalho por 100 reais, passaria a vender por 1000, sabendo negociar e fazendo bons layouts.

Isso é ótimo pra todo mundo pois eleva a potencialidade dos colegas de trabalho e os valores também.

Outra coisa importante: essa garotada não atende grandes clientes. Atende os pequenos, que um profissional formado não atenderia por não compensar. O dono de uma padaria da esquina de um bairro suburbano não contrataria o amigo leitor formado em design nem se quisesse, pois não teria dinheiro pra bancar. É aí que entra o designer de menor valor, por não ter a a mesma experiência.

Será que o dono da padaria da esquina não tem o direito de ter um logotipo? Injusto se a resposta fosse sim. Mas que bom que existem também os pequenos profissionais que podem atender esses pequenos clientes que não interessam aos grandes designers.

Então a conclusão é: com a facilidade da informática, todo mundo hoje possui as ferramentas necessárias para se criar um logotipo ou um site, mesmo não tendo o conhecimento teórico para isso. Aí só vejo dois caminhos: ou saímos matando todos os que não são formados em design para que nunca mais eles façam logotipo ou sites sem formação, podendo também convencer algum deputado para criar um projeto de lei proibindo qualquer cidadão de abrir um photoshop, corel, para criar um logotipo ou então pegamos o conhecimento que detemos e ao invés de ficar só com a gente, ajudamos esse pessoal a reconhecer
a diferença de uma fonte e o crime que é esticá-los, dentre outras coisas, fazendo assim trabalhos melhores e incentivando esse pessoal a sair do amadorismo fazendo uma faculdade de design ou publicidade.

Eu escolhi a segunda opção.

Para o alto e avante!

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Comentários

Eu, profissional formado em Sistemas de Informação, 5 anos de curso.
Aprendi muito no mesmo, mas conheço muita gente BOA, direi até melhor do que eu sem medo, sem faculdade.
Faculdade é um dos caminhos para o conhecimento, porém não o único, hoje, posso dizer que mesmo sem faculdade poderia ter chego onde cheguei sem problemas, embora o que mais vale na faculdade mesmo, não são nem as aulas, e sim os contatos e trocas de experiências com colegas e professores pós-aula, alunos do tipo que sentam, assistem a aula contando os minutos, e vão embora sem o menor interesse no final são muito piores que os ditos sobrinhos, que podem não saber muito HOJE, mas tem interesse e boa parte vai melhorar e evoluir muito, isso, pra mim, parece choro de profissional que assiste aula esperando seu final. Nunca me faltou trabalho, e mesmo com os choros dos clientes, sempre pagam um valor justo no final, é como dizem, cada um sabe quanto vale o que faz, e quem sabe mostrar pro cliente o que sabe em palavras que ele entende, jamais vai ter falta de trabalho.

Ótimo artigo Bruno!

Isso é verdade, mas ainda acho que para o bom profissional não existe a saturação do mercado. Empresas e clientes corporativos vão a procura de profissionais realmente, tendo em vista essa experiência, garantia de um bom suporte e um trabalho melhor.

Tenho apenas 15 anos, com 2 de experiência… e aprendi na marra sem nenhum curso até agora. Ainda não me atrevi a fazer sites para clientes por achar que não estou preparado, mas logo logo entrarei no mercado.

Se estamos numa democracia realmente, todos tem o direito de fazer e aprender o que quiser!

Neste país de jogadores de futebol, peladeiros, e atletas de testosterona o cabra não tem nem o direito de montar um curso ? Deixa o Bruno montar os cursos que bem quiser, vivemos numa economia de mercado e numa suposta “democracia”, faz o curso quem quer. Dou os parabéns ao Bruno, pelo menos ficaremos livres dos sites em azul marinho e amarelo ouro que alguns sobrinhos teimam em fazer ( ainda sentirei saudades destes troços ).
Ninguém nesse santo mundinho vai crer que um sujeito que possui uma empresa mediana e tem capital para contratar um design vai perder tempo com sobrinhos. Viva os sobrinhos, salve os sobrinhos deixem os sobrinhos ai…. A suposta genialidade de certos designers só existe mesmo quando comparada a mediocridade primária de certos sobrinhos. O mundo está cheio de mediocridade, lotado dela, transbordando pelas bordas, e que eu saiba, ao longo da história da humanidade isso foi sempre uma regra padrão. Viva a sobrinhada voraz que nos obriga a sair da mesmice embasbacada de nossos castelos de sonho e lutar palmo a palmo no pó da mediocridade terceiro mundista……
Elaõooooooooo Mundo Novo, admirável mundo Novo, Elaôoooooooo Máquinas e motores vorazes……… Elaôoooooooo
Whalt Whitmann, que nos deixou machados grandes para grandes empreitadas…………

Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada Bruno, beleza? heheh já deu pra sacar que fiz seu curso né? E o tendo feito posso dizer por experiência própria e reafirmar tudo o que respondeu ao nosso caro amigo. Não tenho formação na área, a não ser formação técnica, e o curso me ajudou muito a desenvolver e a vender sites de forma mais profissional, tanto que estou inscrito nesse novo curso, e tem mais, me incentivou sim a fazer uma faculdade na área.

Continue assim Bruno, pois tenha certeza que o mercado ganha e ganhará muita qualidade com seus cursos!

Um abraço!

Oi Bruno, o leitor a que se referiu fui eu, que enviei minha mensagem de indignação. Bom, continuo ainda batendo na seguinte tecla: Vou falar para um tio meu que é cirurgião plástico, para abrir um curso técnico via net, alguns açougueiros acho que se interessarão, afinal, a minha vizinha (moramos num bairro de classe média) também tem direito a uma cirurgia plástica, não acha?

Concordo com você Bruno, Estou terminando a faculdade de Publicidade e quando comecei a fazer layouts não tinha noção nenhuma do que seria Gestalt, Métrica ou alguma noção de comunicação visual depois que fiz o curso de Design web aprendi muitas coisas juntei com o conhecimento que já tinha + a experiência e decidi fazer a faculdade de publicidade, Creio que devemos deixar de ser um pouco egoístas e ajudar a nosso colegas de trabalho, não vê-los como concorrentes e sim como parceiros!

Olá Bruno, parabéns pelo artigo, como sempre se sobresaindo, agora precisamos ver a resposta do leitor aqui nos coentários.

Olha a indignação do nosso amigo leitor fere alguns de nós que somos também fás e leitores deste personagem bacana que é o Bruno Ávila, que ao invés de sair feito um pit-boy chutando e socando os sobrinhos amadores, feizmente para alegria de muita gente desta comunidade web que só cresce mais e mais, teve essa idéia maravilhosa de criar cursos voltado para capacitação rápida em serviços web, são apenas três meses, mas são os três mais importante na vidade de algumas pessoas que sonham em alcançar a maturidade e se firmar no mercado, certo que alguns entram nessa brincando de fazer site (sobrinhos), outros sim entram pela vontade imensa de criar sites profissionais e ver os pequenos empresários felizes, com um sorriso estampado no rosto por ver seu site ali no monitor do computador.

Sou mais um dos não formados, sem diploma superior pendurado na parede, mas isso não me impediu aprender a produzir sites, estou nesse mercado a quase cinco anos, antes de entrar estudei muito, lia livros, apostilhas, artigos, busquei entender como é desenvolver pra web, depois que entendi entrei no mercado, fui funcionário e hoje sou freela, meus clientes elogiam meu trabalho e a cada vou melhorando mais e mais. Fiz o curso do Bruno Ávila, o de Design Web e Como Vender Sites, não matriculei-me no de Identidade Visual, porque a qualidade de meus serviços melhoram de uma forma tão agradável que estou sem tempo pra fazer curso até março, e olha que final de ano cai a procura de serviços de produção de site, estou trabalhando muito, graças à Deus, agradeço ao Bruno que mostrou-me o caminho das pedras, e hoje também já quero fazer um curso superior nessa área, ainda tenho de ver como vou conciliar Faculdade de Teologia com uma de Design ou Publicidade.

Outra coisa, que culpa temos se fazer site de uma certa forma é um dom que Deus nos deu, enquanto outros tem que estudar em faculdade para aprender. Mas cada um é cada um, não quero críticar, só falar algo que poucos não percebem, enquanto fazia o curso do Bruno, muita eu já sabia, só não tinha visto daquela forma e havia percebido e muita coisa aprendi que não sabia, afinal são 11 anos de mercado do Bruno contra quase 5 anos meu, experiência conta afinal.

Quantos por aqui dos leitores tem a mesma historia que a minha? Levante a mão, nossa muita gente hein!?

Parabéns professor Tibursio!!!

Concordo plenamente,existem vários mercados nisto do design e webdesign, ninguém precisa ficar com medo ou raiva do outro. Vamos trabalhar com alegria!
Abraços, Bruno!

Interessante este artigo e eu sempre tive a mesma opinião que a sua. O amadorismo pode sim ser mudado com uma atualização às alturas e, eu recomendo seu site e seus cursos aos vários novatos que conheço que estão entrando na área.

um abraço

fui

Muito bom esse artigo… Isso expressa também o quanto o novato em webdesign se sente, um pouco de inferioridade a um graduado.
Tenho muitos amigos que não fizeram gradução em design e tem uma grande criatividade, autodidata, que aprende as tecnologias sozinho.

Não podemos esconder a informatica de ninguém, todos tem direito a informação, a tecnologias…. Pra mim, o leitor indignado, está com medo de ser ultrapassado por um novato na área, puro medo. Alguns podem ter feito graduação na área e estudado as teorias, mais não podemos negar que muitos jovens tem uma criatividade tão aguçada como a de um profissional.

Só me resta dizer: “Muito Obrigado Bruno!”

Agente se vê no curso de Identidade visual!

Abraço!

Ótimo artigo Bruno! E ótima resposta…
Opinião é opinião. Mas, sempre devemos olhar o outro lado.

Eu desde os meus 14 anos, sempre gostei de pintar minhas próprias camisas, com nomes de bandas, fazia adesivos com plástico adesivo transparente. Ou seja, tinha uma espécie de “tino” por design. Comprei um livro de fontes, depois comecei a aprender informática.

Hj tenho 31 anos, casado, 4 filhos. Os percalços da vida, não me deixaram seguir a “carreira” de design. Mas, sempre procurei ler e estudar assuntos relacionados a design. Observo revistas, outdoors, cartazes, propagandas de televisão. Mês passado ganhei um concurso de logomarca (http://brandsoftheworld.com/search/?action=search&text=95+fm) aqui na cidade onde moro.

Sou aluno dos 3 Cursos do Bruno Ávila. E cursos como esse contribuem para que pessoas que realmente se interessam por design, possam ter acesso ao conteúdo relacionado por um custo mais barato. Claro, que não substitui uma faculdade. Que para quem puder, aconselho que faça.

Informática, é algo muito novo ainda. Mas, é contagiante. Tem muita gnt nova, com a cabeça livre de jovem, que tem tempo livre e pega um Photoshop, um CorelDRAW e manda ver, fazendo ótimos trabalhos.

Vejo os “sobrinhos” como aqueles mulekes ou aqueles cara de pau, que não sabem nada mesmo… aí, pq sabem fazer um index e enviar por FTP, saem oferecendo serviços de site à preço de banana. Isso sempre vai existir. Mas, sempre vão continuar sendo vistos como sobrinhos. O bom profissional não deve temê-los… e sim, mostrar pros clientes que seu trabalho é melhor, dá resultados positivos ao cliente.

Acho que o caminho é esse. Quem já é profissional, deve se especializar ainda mais. E quem não é, deve decidir se vai continuar sendo “sobrinho” ou não.

Sucesso!

Acredito que mostrar o caminho das pedras seja o melhor caminho para “combater” os sobrinhos.
Pois quando esse passa a ter o conhecimento da complexidade do assunto terá de escolher dois caminhos: ou enfrenta a batalha e se profissionaliza para ser um verdadeiro webdesigner ou então desiste por enxergar que essa não é sua área.
Mas os que decidirem persistir nessa ignorância, saberão que assim, jamais serão profissionais de verdade.
E esse tipo de “profissional” só receberá job do nível dele, e esses nós não queremos, certo?!

Bom, também acredito que exista espaço pra todos, e admiro sua atitude Bruno de dar oportunidades.

Sorte e sucesso!

Muito bom o artigo…

Tadinhos…Não vamos matar eles não…rsrsr

Vamos fretar um avião e os mandar para ilha de LOST…(melhor..rsrs).

Brincadeiras a parte, concordo com você bruno. Mas se eles ficarem bons o mercado não ficaria um pouco saturado?

Abraços.

É isso ai Bruno.

Uma vez fui metralhado por um moderador do imasters por causa da minha estratégia de mercado. Na época eu era apenas um Freelancer.

O infeliz dizia que eu prostituia o mercado. Felizmente não quis entrar em discussão com ele, mas eu gostaria de perguntar: Será que ele conhece o poder aquisitivo da minha região?

Tenta vender um site acima de R$ 1.500,00. Se conseguir 1 no ano é muito.

Porém eles pensam em ter formação de 5 anos em designer, comprar todos os softwares, bem caros, ter um Mac e vender os sites a 4.000,00 para São Paulo, ou ficar com isso dentro de casa esperando que alguém o encontre, ou um amigo o indique para desenvolver o site, é ser importante.

Eu comecei como free e hoje tenho minha produtora, sou formado em Administração e somente meu trabalho como Free me propciou isso, NÃO TIVE PAI QUE BANCASSE MINHA FACULDADE, e somente assim pude montar uma sala com produtos licenciados. Só não tenho Mac ainda.

Fiz o curso de Design Web, ganhei dois bons livros um de usabilidade e um que ajuda a negociar nossos trabalhos fazendo amigos.

Mesmo formado, tendo pessoas para desenvolver comigo e achando que pouco ia me acrescentar o curso eu fiz, e fui surpreendido, os nossos trabalhos evoluiram bastante, hoje fazemos defesas de projetos bem melhores além de aprender uma boa técnica de desenvolvimento que me economizou em tempo.

Por isso Bruno, não liga para esses “malas invejosos” que não conseguem vender os cursos dele pela internet, que ficam navegando na internet criticando os outros porque conseguiu de presente do pai um computador, fez as melhores faculdades PAGAS pela família e ganhou de presente um Dreamweaver e Photoshop originais.

Podem até fazer bons artigos, mas você por um acaso já viu algum site que esses amigos já desenvolveram? É um cabedal de conhecimento para o seu curso, cheio de erros de alinhamento e usabilidade, fora a criatividade do design, não vale nem a pena comentar.

Eu procurei os sites do cara que me humilhou no forum, procurei até saber sobre ele, depois tive compaixão em não manter uma discussão, não valia a pena.

Por isso, Bruno, não perca seu precioso tempo explicando para esses o seu objetivo, execute ele e nós faremos a internet sempre mais limpa e bonita.

Abração

Olá Bruno, pessoal, tudo bem?

Eu gosto dessa visão do Bruno, de melhorar a qualidade dos trabalhos dos profissionais através de seus cursos.

Eu por exemplo, tenho formação em tecnologia, mas sempre quis mesmo ser designer. E sempre tive consciência de que isso demandaria algum conhecimento específico, que não Photoshop e afins. Sempre busquei ler bons livros, ter contato com outrso profissionais, ir a palestras, fazer os cursos do Bruno, que são hoje, uma grande oportunidade para muita gente. E uma grande iniciativa, diga-se de passagem.

Sei que isso não substitui uma formação, mas melhoram, e muito a qualidade dos trablalhos. E possibilitam aos ‘pequenos’ contratarem ‘pequenos’ e aos ‘GRANDES’ contratarem ‘GRANDES’. Bem vindos ao Long tail.

O Bruno tem razão e eu sou um exemplo disso.

Aprendi a fazer sites sozinhos, tomei gosto pela coisa.

Fiz meu primeiro site por 75,00.
Fui estudando mais, um pouco e elevei o preço para 300,00
Foi ae q Bruno criou o curso de designer web, eu me formei na segunda turma, e aproveitei e entrei na 1° turma do curso de como vender sites.
Hj em dia não faço um site por menos de 1000,00

Ambos os cursos me incentivaram a buscar uma (Formação Superior).

Fiz o vestibular para o curso de Tecnologia de Informação (WEBDESIGNER) na UEMA (www.uema.br).
Passei em 5° lugar. e tambem passei no curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda em uma faculdade particular.

Isso graças ao incentivo dos cursos que fiz com o Bruno….

Bom, eu me considero quase um bom pedreiro da internet, comecei como servente, passei horas e noites lendo, estudando e testando, tudo isto por hobby mesmo, fazendo sites para mim mesmo, para o time de futebol do meu coração, para amigos etc. Sei que os engenheiros da web não gostam nenhum pouco disto, penso que com razão, pois, se eu tivesse buscado formação profissional e pago caro por isto, também ficaria chateado. Como disse a matéria e bem colocado pelo Bruno, existe espaço para todos, visto que o público que me procura é bem aquele que não pode pagar o preço de um profissional formado, eu não vou a uma reunião numa grande empresa de terno e gravata para fechar um contrato para o desenvolvimento de um mega site, mas, vou sim ali na rua X, de bermuda e chinelo visitar um pintor de casas que quer mostrar o serviço dele na rede e não tem nem idéia por onde começar, só sabe que pediram uma fortuna para fazer um site com 2 páginas e uma galeria de imagens…rs…é aí que entro e muitos outros também!
Nas comunidades do orkut, quase fui linchado e banido pq entraram no meu site e viram o preço de R$150 para criar duas páginas…foram no meu perfil e me xingaram de prostituto e outras coisas que não coloco aqui por respeito a todos que leem.
O Aprendizado é contínuo, preciso estudar mais, com certeza, vou fazer cursos, vou claro, mas a mesma casa que um Engenheiro da Web levanta, os pedreiros e serventes também conseguem!
Abraços ao Bruno, mestre..rs..parabéns pelo site e pelo artigo esclarecedor!

Apoiadíssimo Bruno!

Tem lugar pra todo mundo debaixo desse céu. O que vc faz é realmente mostrar que quem estiver disposto pode alcançar um lugar ainda melhor.

Sem falar que… bem, há formações e há formações, e que nem por isso o talento e o sucesso estão garantidos.

Aos que têm formação técnica, aos que têm boa vontade e mesmo aos letrados no assunto, conhecer a experiência de outros nunca é demais!

É uma iniciativa louvável a sua!

Grande abraço,

Eu não tenho nada contra os sobrinhos, afinal, sobrinhos me arranjam clientes. Isso mesmo, já tive clientes que me procuraram após ficarem frustrados com trabalhos de sobrinhos, e esses clientes acabam valorizando ainda mais o seu trabalho.
A segunda opção é a melhor, com certeza.

Para o leitor indignado, o sr. Rodrigo Friche:
Infeliz sua comparação com o ramo da medicina, eu posso aprender com tentativas e erros sem faculdade, posso estudar, testar, errar, e ninguém vai se ferir ou morrer por um erro meu.
Tenta fazer isso no campo médico.

Certas pessoas tem medo por não se garantirem, pois para se garantir é preciso qualidade, estudar muito, e não apenas um canudo.

Canudo qualquer um frequentando universidade, matando aula pra tomar uma cerva com os amigos consegue, qualidade não.

Reafirmo o que comentei anteriormente, os bons profissionais não estão nem ai pros sobrinhos, os ruins, que não conseguem comprovar sua qualidade para mostrar porque o cliente deve pagar mais nele, esses, estão fadados ao choro dos perdedores, ao fracasso!

Apenas reforçando, sou formado em Sistemas de Informação, trabalhei por 5 anos no Brasil e trabalho faz 1 ano na Itália, pretendo fazer mestrado ainda, acho importante o estudo, porém não fundamentalmente em uma universidade.

E aí Bruno. Q a força do Design esteja com vc!!!! Pra mim esse “indignado” aí está inseguro. Provavelmente seus 5 anos de faculdade não lhe renderam o talento e a criatividade dessa molecada que vem por aí. Diga a ele q se cuide porque diploma não faz site não!!!!

Há mercado para todo bom profissional.
Nem todos tem condições de fazer uma faculdade de design. Quem possui talento e gosta do que faz deve optar por cursos técnicos, livros, revistas, tutorias e etc. A melhor coisa que os profissionais graduados tem a fazer é ajudar a alfabetizar os designers que estão começando.

É verdade Bruno.
Se ignorarmos as coisas elas sempre continuarão ali, nos ajudando ou atrapalhando. Então achei legal da sua parte oferecer esses cursos (por sinal eu ja fiz alguns) pra mudar essa realidade e não ficar só reclamando esperando que um dia isso mude.
Juntos por um Brasil melhor (meio revolucionário mais é isso).

Abraços a todos

Eu concordo totalmente com vc Bruno, nao teria graça se tudo mundo fosse igualzinho, se todos fezeramos as coisas do mesmo jeito e passar pelas mesmas circunstancias para aprender e alcançar nossos objetivos, dai talvez nao ia ter diferença na criatividade de cada pessoa.
Ah e eu tambem sou formado da faculdade.

abraço desde monterrey mexico.

ps. desculpem a minha ortografia mas eu ainda to aprendendo portugues.

Acho que por existir cursos como esses e` que possuimos um mercado cada dia mais prostituido e dificil de achar bons desings. Cursos como esses contribuem para a mao de obra qualificada barata.
Sou empresaria e tenho dificuldades de achar bons e qualificados proficionais, 90% deles tem “cursos” e querem competir no mercado com letrados e doutorados porem aceitam trabalhar a 1/3 do salario oferecido. Sabe pq? Pq eles nao gastaram 7 anos da vida deles investindo em estudos e sim 2 meses num “curso”.

Este comentário vai ao amigo Rodrigo Fante (xará). Meu caro, assim como Bruno. Peçam ao Bruno que enviem meu e-mail a ele direcionado na íntegra! Verão que eu o elogio enquanto profissional de web, sei que o mesmo detém conhecimentos advindos da experiência do mercado. Eu me formei em 1997, trabalho desde meus 16 anos, hoje tenho 38. Com 19 anos eu era promotor de merchand de uma multinacional (antes mesmo de me ingressar numa faculdade). Tenho cerca de 20 anos de mercado já, faço trabalhos para diversas empresas de bom porte, não só em BH, morei também no exterior meu caro, (NY). Não estou desqualificando o trabalho de muitos que não possuem uma faculdade, mas gostaria que a informação fosse canalizada através de testes de aptidão e conhecimento. Hoje o mercado está assim, na publicidade, um W. Olivetto, um Guanaes da vida são agulhas em meio a um palheiro. Não estou me enxendo de estrelismo também não, mas acho que direcionar um custo assim sem antes aplicar uma prova de aptidão, dá força a pessoas que se atrevem a entrar num mercado que não lhes diz respeito. Hoje, um peão de obra compete com um engenheiro em orçamentos de reforma e por aí vai. Não desmereço os que detém dons para serem aplicados na área, mas repudio os que se aventuram a abrir um “front page” e se ingressar no mercado como profissionais! É esse o meu lamento. Porém, todos aqui enxergaram a coisa de outro ângulo, se preocupando com o que o Bruno postou, enfatizando o lance de ter ou não ter faculdade. Estou satisfeito com o meu mercado, me atende muito bem e sou respeitado pelo que faço. Alguns trabalhos já feitos no mercado que vcs podem ver: http://ualrepelente.com.br - http://www.villaverdepousada.com.br - a propósito: computador para mim, é simplesmete uma ferramenta como um lápis ou um pincel, mais facilitado. Porque o poder de criação mesmo, está no sangue, no feeling que um profissional realmente deve possuir. Isso vc tem Bruno, respeitavelmente tem, mas o que ainda nao concordo com parte do seu pensamento e postura do mercado. OS ATAQUES mais diretos a pesados ao meu tema, com certeza partiram de quem não enxerga o mercado como um profissional. E acho também que design não é como laranja, um profissional tanto pode atender a uma empresa grande, como eu atendo, tanto quanto pode criar uma logo para uma lojinha ou um boteco da esquina, sem menosprezar o cliente. Trabalho é trabalho e quem trabalha com TABELA é serviço bancário, açougue ou sacolão. Dentro da minha qualificação e conhecimento profissional, não desprezo o pequeno cliente, ele também é merecedor de um empreendimento bem elaborado e organizado, por isso, também não me atenho a preço, dinheiro é na verdade a consequência do meu ato profissional, e não a causa!

Rodrigo Friche:

Primeiro minha intenção nunca foi ofender, perdoe-me se o fiz.
Mas tive sim a intenção de ser ríspido para reforçar meu pensamento.

Eu acredito que todos tem direito ao trabalho, alguns são poucos qualificados e portanto o próprio mercado os impele ao limbo dos trabalhos pequenos e mal remunerados, a menos que este se profissionalize, automaticamente esta fora da competição de alto nível.

Resumindo, acredito que o mercado se auto regula.

Ainda, acho que hoje em dia temos uma carência de trabalhadores, seja em quantidade, quanto em qualidade, recuso muitos trabalhos por não ter tempo para fazê-los, assim como muitos amigos meus.

Porém, pude perceber em seu ultimo e bastante coerente comentário que seguiu uma linha de quase seguir a regulamentação da profissão, ai sim, estaremos em um ponto comum, regulamentar a profissão, de forma independente a universidade, porém com uma prova ao estilo o que é hoje a da OAB, para que a pessoa se mostre capacidade minimamente antes de exercer a profissão, ai sim, sou de acordo.

Mas sem regulamentação governamental, sem um plano comum de avaliação, sou contra qualquer outro tipo de controle sobre quem deve ou não trabalhar, o mercado acaba no fim fazendo esse trabalho.

Em tempo, concordo com seu ponto de vista de não desmerecer nenhum cliente, por menor que seja, todos são dignos e merecem um trabalho bem feito, o problema é que infelizmente nem todos podem pagar por isso.

E é neste ponto que entram os “sobrinhos”, mesmo que de forma geralmente ruim, eles colocam a empresa do sr. José da Quitanda da esquina na internet, e pra ele, por enquanto, esta bom assim… afinal, ele não tem como pagar por um projeto mais elaborado.

Eu também concordo com você em gênero, numero! Você esta coberto de razão. E foi pensando nisso que eu Marcos Caetano, medico e cirurgião geral, em breve vou lançar meu curso também. Pois existem vários profissionais na minha área atuando sem o menor preparo. O curso e rápido e fácil com nome “opere você mesmo seus familiares e amigos” na aquisição do curso você ainda ganha: um bisturi e uma agulha com linha numero quatro para suas primeiras operações. Aguarde mais detalhes!

Olá Bruno!
Ná boa? Não tô nem aí pro sobrinho micreiro!! Sabe porque? O mercado é enorme e não estamos nem perto de absorver nem 10% dele. Cliente que acha que vai ter um lugar de destaque com um site feito por pessoas desqualificadas, ou pior, que não estão nem aí em “qualificar” os projetos web, realmente, esses clientes não merecem muito! Quando um cliente começa com o discurso de recessão, de tempos ruins, aí mesmo que eu digo que é hora de investir num site que tenha um diferencial de abordagem perante os concorrentes. E se depois de todos os argumentos ele ainda continuar com esse papinho furado, tipo dos “causos reais” é melhor deixar para os sobrinhos micreiros mesmo! è bom que sobra mais cliente inteligente para gente!!
Abraços e parabéns pelo artigo!!

Todos tem direito de “fazer o que quer”. Todos os “sobrinhos” também seonham e se formar nisos e se aprimorar eu comecei com 12 anos nessa área hoje tenho 15 e aprendi muito, já fiz trabalhospara graneds empresas, pequenas médias, e ja peridi muitos trabalhos por causa dos “sobrinhos” xD que oferecem um produto ruim por um preço baixo xD. Mas concorrência é bom!

Boa Bruno!

Vou desvincular meu comentário do “caso concreto” e partir para o geral.

Sinceramente, penso que o rapazinho que enviou a mensagem (Rodrigo Friche, que se manifestou nos cometários) está se sentindo ameaçado…

Ele não admite que pessoas “não-graduadas”, assim como ele, façam um trabalho semelhante e, pelo visto, até melhor.

Se você é bom, profissinal, competente, para quê se esconder atrás desse diploma?

Estou prestes a terminar uma faculdade de Desenvolvimento para a Web e, posso afirmar, eu aproveitei, se muito, 20% do total do curso.

Penso que se a pessoa faz um excelente trabalho, dando o seu melhor e, que esse melhor, seja equivalente ao melhor que “o mercado” apresenta, tanto faz se há ou não qualquer diploma.

Ótimo artigo Bruno!
É a realidade..

Com certeza uma faculdade é importante. Mas foi se a época que ter um diploma era raro. Qualquer um por ai tem, e não consegue emprego. Outros sem diploma algum estão hoje no topo. Nem mesmo o tio BILL acabou seu curso. Não existe uma regra, não mais. Temos que ver a realidade da profissão. Trabalho a um tempo relativo com a web, e quase nenhum dos clientes, ou empresas qual fiz entrevistas querem saber. O que interessa é o portfólio, e uma prova de que se realmente sabe fazer determinado trabalho. Este é o Brasil, e a realidade de trabalhar com a web.
Agora existem sim, muitos, que mal terminam um curso simples seja aqueles INFO, do Bruno, da comunidade web, ou presencial, e já comecam a divulgar e querer trabalhar, tenha paciência. Pelo menos esperar um tempo estudando e se dedicando evitaria destes “sobrinhos”
não ficassem queimados no mercado. Mas cada um sabe de sua situação, quem sabe é por algum desesspero financeiro, ou algo parecido que entram nessa. Não sei, não posso julgar ninguém, mas digo que pode ter “sobrinhos” com diploma, e não diplomados, sábios.

O profissional tem que mostrar seu valor. Não diz um ditado que cada qual com seu igual? Então deixemos o bom trabalhar pra quem pode pagar e deixe o sobrinho trabalhar pra padaria da esquina.

Somente volto a dizer, para quem insisti em comparar a nossa área com a da Saúde, não temos vidas em nossas mãos, não existe cliente pequeno quando se trata de saúde, ninguém decide, vou ficar doente amanha, vou procurar um excelente profissional para bolar um projeto de como cura-la, a web é um investimento para obtermos dinheiro, a saúde é fundamental, e quem a trata deve aprender como nos, porém não tem como testar em casa como nos podemos sem ferir ninguém, posso fazer 10mil sites em casa, que no máximo vão agredir os olhos de quem vê, se o cara operar 10mil sem ter noção do que faz, mata no mínimo a metade, ou seja, cada coisa no seu lugar por favor, coerência nos comentários, é pedir demais?
Pessoas desse tipo realmente tem motivos para chorar a falta de emprego, que na realidade não existe.
E o site que o rapaz postou ali do seu trabalho… prefiro nem comentar.

Rapaz não, senhor, desculpe o erro.
Afinal sou mais novo :D
28 aninhos ainda, em plena forma!

eu por enquanto posso me considerar “sobrinho”, tenho 17 anos faço ensino medio e fiz alguns cursos de web e a 2 anos venho praticando, lendo colunas e blogs de profissionais experientes incluindo este.
Esta coluna matou minha curiosodade e me deu uma tranquilidade maior. Agora aprendi a diferenciar o valor de um profissional real de uma pessoa com os mesmos recursos e com pouca experiencia. Ja que eu e muitos colegas meus pensavamos. Sera que realmente existe a necessidade de fazermos uma faculdade ??

Concordo com o Bruno. Não tenho dúvidas que uma faculdade de Design é muito boa, caso você tenha interesse e se esforce durante o curso para absorver as informações e se destacar perantes os outros. Agora qual o problema de alguem que tem maior potencial e criatividade do que alguem que fez a faculdade, venha a fazer sites ou outros tipos de design, pois o curso superior possui um leque enorme de áreas para se trabalhar. E se o sobrinho que hoje está aprendendo amanhã se tornar um designer fera, sem ter cursado a universidade? Ele será proibido de trabalhar em casa, ou de ser contratado por uma grande agência? Qual será o critério adotado pela agência?(vamos contratar o designer x, pois ele tem curso superior, mesmo a gente sabendo que o design dele é fraco e não contrataremos o designer y que não se formou na universidade mas é considerado o melhor da cidade? Quem tem medo de sobrinhos hoje prepare-se pois, com a popularização da tecnologia cada vez mais pessoas entrarão neste ramo, assim como na programação, 3d, mobile, etc.

Não sei, mas esse pessoal deve ter entrado na faculdade sem saber nada e hoje são os experts, né?
Pois bem cara, da mesma forma que tem BABACAS que vendem sites por R$100, tambem tem BABACAS que nao ADMITEM serem passados para trás por simples garotos que sabem tanto quanto ou até mais do que eles, ignorantes, as vezes desactualizados.
Tenho 16 anos.
Sou webdesigner, por força de vontade e dedicação.
Dou Valor ao que faço.
Não faço porcaria.
e Cobro. E cobro MESMO!

Sei que não vou ser webdesigner para o resto da vida, e nem é a unica coisa que eu sei fazer, diferente desse pessoal que estão indignados pela banalização do webdesign.

O que resta é ter pena de certos fracassados como esses, que como disse Sacramento, que acham que só porque tem um mac e 5 anos de faculdade tem mais criatividade do que qualquer um iniciante…

E lembrando… todos, um dia, ja foram iniciantes.
Um Abraço à todos!

Isso mesmo Bruno ! O Brasil precisa de mais e mais pessoas qualificadas. Não é preciso ser Formado em Letras para ser um escritor. Não é preciso nem ter faculdade para ser o PRESIDENTE. O Fato dos Sobrinhos existirem é uma realidade e para mim so faz é aumentar a credibilidade dos profissionais formados. é a Base para melhores profissionais.

“Será que o dono da padaria da esquina não tem o direito de ter um logotipo?”

Essa foi um comentário que fiz em um Fórum.

Concordo com você!!!

O problema é que muitas pessoas com graduação se sentem superiores as demais pois em tese gastaram mais tempo e dinheiro em estudo do que os “sobrinhos”, e muitas vezes isso tráz uma visão do tipo overkill(exagerada) dos trabalhos de cada area.
Para as pessoas que estão comparando a area de Design com Sáude, só uma nota, um trabalho de 2 páginas na internet não poderia se comparar com uma dor de cabeça ocasional que se pode tomar uma aspirina? A maioria das pessoas pode recomendar uma aspirina, sem nenhum tipo de graduacao academica.

Imagina só se os medicos ficassem tão revoltados porque uma pessoa “receitou” um remedio ou fez uma massagem que teve efeito, isso tambem não estaria prostituindo ainda mais a area? já que so teria o custo de material(remedio)?

Muito legal,essa materia.

Parabéns.

O fato é que com as tecnologias que temos a disposição hoje, fazem com que muita gente que nunca sentou em um banco da faculdade consiga fazer coisas as vezes melhores do que alguns que ficam 5 anos na universidade. Profissional não se forma único e exclusivamente nos cursos de nível superior, profissionais e principalmente na computação também se formam na madrugada, lendo pdf’s encontrados pela rede, profissionais de computação também podem ser autodidátas, comprando livros, revistas, lendo, passando noites em claro. A universidade ela apenas “legaliza a profissão” ou melhor dá um diploma e um título a pessoa, mas o conhecimento não está lá dentro das salas de aula, o conhecimento está muito além de uma simples sala, o conhecimento está aqui no blog do Bruno mesmo, onde já aprendi muita coisa e até venho repassando para meus alunos e pessoas que conheço.
Eu mesmo, conheço muita gente que é “profissional letrado” e não sabe aplicar o que viu durante 5 anos na faculdade. Sabe o que falta? A prática, na faculdade se tem praticamente a teoria.
Enquanto que o “profissional não letrado” vai aprendendo com o erro, vai aprendendo com os problemas que vão surgindo, ou seja, é como diz o ditado: “a necessidade faz o sapo pular”.
Não quero dizer que não é importante se uma graduação, um curso de nível superior, mas a questão é que não é só na universidade que se faz bons profissionais. É preciso muito mais do que um simples título.

Comecei a mexer na web com 12 anos. Não vendia sites, fazia para mim mesmo.
Hoje tenho 20 anos, trabalho de freelancer e graças a esse gosto que peguei na adolescencia em mexer com web, hoje estou fazendo a minha faculdade de Design e o curso do Bruno também.
So faço faculdade por que consegui bolsa do PROUNI. Se não fosse isso eu não poderia estudar…e aí? Então quer dizer que quem não tem dinheiro pra fazer faculdade NUNCA poderá fazer um site? Ser um bom profissional na área de web depende so disso?
Decidi fazer o curso do Bruno para complementar o meu ensino. A faculdade só mostra os caminhos, se você não se atualiza por fora, não aprende nada. Principalmente por que acredito que quem corre atrás de um curso está querendo estudar cada vez mais e tem muito mais interesse do que quem tem a facul paga pelo papai. Sem contar o número de faculdades com baixissima qualidade espalhados por aí. Não adianta ter o canudo sem saber nada.
Quanto a área de medicina citada aqui, claro que não se pode fazer uma faculdade de medicina aos moldes dos cursos do Bruno, assim como não se faz facul nenhuma - nem de design…mas existem diversos mini-cursos, eventos, congressos e etc que existem para complementar a formação destas pessoas na área.
Mas, para a área de design, que são outros 500, não se precisa de um canudo para conseguir fazer um site. E aí, qual o problema em tentar aprender com cursos e não com uma faculdade? Se a pessoa se tornar um bom profissional, vale a pena.
Eu mexo com web a oito anos, peguei pesado para estudar e trabalhar mesmo nos últimos três…e aí? Esse tempo todo deve ser desmerecido? As horas e dinheiro que gastei na conexão discada não valeram a pena?
Trabalhei em uma agência de design por um ano e meio. Meus chefes eram formados a 10 anos pelo curso técnico, somente. Hoje eles tem uma agencia boa, atendem até a Bosch. E aí? Não precisaram de faculdade pra serem bons profissionais.
Acho, sinceramente, que isso é uma visão extramemente preconceituosa. Como já disse, hoje estou trilhando o meu caminho. E comecei como micreira. Fuçando photoshop e aqueles programas de montar sites que vem nas revistas tipo PC Expert. Mas aprendi. E aí? Não posso?
E fala a verdade vai…quanta gente que sai da faculdade e vai trampa como estagiário-micreiro, hein?
Fala-se mal mas quase todo chefe quer um micreiro em seu escritório.
E alguem citou nos comentários algo que é verdade, muita gente ganha cliente pq o cliente fez site com sobrinho e ficou horrível.
Bom..chega, escrevi demais.
abs

Nossa Bruno!! Muito bom!!!

Meu namorado fez um de seus cursos, e na época era tudo (ou quase tudo) de que eu ouvia ele falar! srrs Hoje, andando pelo blogurinhas encontrei uma figurinha do seu blog, lembrei do nome e resolvi entrar aqui!!

Hoje as coisas funcionam muito mais rápidas. Estou na universidade (psicologia), faltam 2 dos 5 anos para me formar (isso se nenhuma greve pegar as federais) e me pego constantemente pensando em como a graduação não tem acompanhado, muitas vezes, a velocidade do mundo! Entendo tb que é difícil fazer esse curso em 2 ou 3 anos. Entretanto, há trabalhos em algumas profissões que são simplesmente práticos, e às vezes podem ser feitos seguindo uma ‘receita’. Neste caso, é ingenuidade pensar que esse tipo de informação prática fique restrita aos letrados. É fato que a graduação possui muito mais que essas ‘receitas’, e desta forma, há muito mais a se fazer do que o que se passam nos cursos rápidos, como os seus!!
Mas entendo tb a indignação do seu leitor. Entretanto, não adianta se indignar contra o rumo que a tecnologia tem dado ao mundo… é preciso andar na mesma direção que ela!! Esse acesso fácil à informação não se restringe a uma ou outra área.. é geral. Creio que sempre haverá lugar para o bom graduado, mas … muito mais que isso… para o bom profissional!!!

bj grande da Ká!

Que Deus continue iluminando o caminho de Bruno, para que ele possa multiplicar cada vez mais o seu bom exemplo. E mando esse link http://www.danielevsilva.com/category/portfolio/ da pagina do potifolio de uma garota de 24 anos que ainda não fez faculdade, mas que demonstra de uma forma simples e objetiva, que não é só os que saem da academia que podem realizar um bom trabalho como webdesigner.

Bruno sou professor universitário em um curso de Sistemas de Informação. Tenho alunos muito piores que os “sobrinhos”. São alunos que não querem nada com nada, querem ganhar as coisas no grito e são cheios de direito sem nenhum dever. Quando se formam acham que são profissionais…Quando não conseguem nada a Universidade é que é ruim pois eles são excelentes alunos. Parabéns seu artigo mostra que o mercado não escolhe e sim SELECIONA. Abração!

Cara eu acho que este leitor falou “caca”, e concordo que o bruno falou.

Eu não acho que um sobrinho ataca alguem que tem curso na faculdade X ou Y, isso não influencia em nada, tem muito cara de faculdade que é uam ameba para design mais tem o curso, e tem outros que não tem nenhum o curso de informática basica “hehe” e arrebenta na criação de sites.

Agora se os formados estão com medo disso? po sacanagem quantas empresa não tem no brasil e no mundo hehe isso e briga entre amigos de rua que deve ta bravo porque o amigo que nao tem faculdade fez o site da quitanda do bairro, fala sério hehe abraços

PS: não sou formado hehe

O pessoal da foto ae tão assustados. hehehehe

Olá Bruno, tudo certinho?

Então, acho difícil falar algo que não tenha sido dito depois de um monte de comentários como estes. Deu para perceber o quanto é polêmico este tema.

Bom, eu tenho 30 anos, e me considero um sobrinho… Sou formado em Adm. de Empresas e trabalho como Analista de Sistemas e como Prof. Universitário e ministro aulas de programação (JAVA) e Interface com Usuário (onde aplico muita coisa que aprendi com você).
Como prof. tenho que defender a vida acadêmica, então, de certo modo, e analisando por algum lado que eu nem sei da onde eu encontrei, eu concordo com o leitor apenas que a formação acadêmica é importante. Digo ainda, que isto vai além… hj precisamos ter no mínimo uma especialização. Mais para que? Para entrar no mercado de trabalho, ou melhor, (como gosto de dizer) para abrir uma porta que quem não tem um curso superior não conseguiria abrir.
O fato de um profissional (sim, profissional, tem sobrinho que é mais profissional de que gente “estudada”) ter ou não curso superior não vai ser um fator determinante para o sucesso.
O conselho que dou para nosso amigo é que ele não precisa ter medo dos sobrinhos dele, a menos que ele queria fazer uma cirurgia plástica com um aluno do tio dele, pois não sou eu, nem você, e nem ninguém que fazer selecionar os melhores. É o mercado que faz isto. A única pessoa que pode dizer até onde um indivíduo deve ir é ele mesmo. Temos que ser competentes e tentar ser o melhor! E assim pode haver um designer para cada 2 empresas que o melhor sempre será procurado.
O exemplo que o leitor deu, do curso on-line de cirurgia plástica deu pra ver e mentalidade do cara! Temos que ter bom senso. Seja melhor que os teus sobrinhos que você sempre terá emprego. Ou nas pior das hipóteses será um modelo a ser seguido por eles.

Abraços Bruno, abraços leitores e lembrando “Opinião devem ser respeitadas”!

=)

Olá Bruno, primeiro quero parabenizá-lo pelo seu trabalho, já ouvi falar muito de vc, a pouco conhece seus meios de comunicação. Tenho 24 anos sou webdesign empregado, fiz um curso básico de webdesign, e aprendi sozinho boa parte do que sei, estou no mercado a 1 ano e meio, sendo 2 de estudos, e digo: tenho muito o que aprender e d uma faculdade também, mas será que o que eu aprendi sozinho eu não posso vender? acho que posso afinal como vc diz tem clientes pra todos, e esses que ficam questionando quem não é formado que me desculpe mas vc esta certo!
Forte abraço até +

Sou publicitário formado a 7 anos e optei por abrir minha própria empresa.

Como não poderia ser diferente acho que o leitor que fez a colocação para o tema em debate tem rezão Rodrigo Friche.

Tenho uma agência de pequeno porte e não possuo clientes como: Nestle, Bayer, GM, Telefonica e etc … até pq hoje em dia não acredito mais no crescimento proporcinado pelo mercado, hj em publicidade ou vc nasce grande ou nunca será grande … digo fgrande como W/Brasil, Africa, Neogamma, Y&R, Loducca entre outras…. quem é do ramo sabe dequem estou falando…
Hj vejo o mercado como um mercado de cliente que procuram desculpem o termo … as “prostitutas” mais baratas
meus clientes são clientes pequenos e médios como a maioria das empresas, e hj eu fico completamente indignado com “empresas” que DÃO O SITE DE GRAÇA E COBRAM APEWNAS A HOSPEDAGEM por contratos minimos de um ano …. o cliente da valor para qualidade mas o custo beneficio é muito levado em conta quando não se tem uma Verba de 6.000.000,00 para investir em mídia…
Então aos sobrinhos de plantão a sorte de vcs é que a profissão de publicitário ou desgner gráfico não tem um CONSELHO REGIONAL de PUBLICIDADE E PROPAGANDA por isso qualquer um compra um PC nas casas Bahia e ganha de brinde um Corel Draw e sai por ai dizendo que éééééé Publicitário …vcs estão errados … não são e enquanto não se graduarem nunca serão.

Já que não podemos lutar contra… vamos capacitar esse pessoal!
Sobrinhos e micreiros bem informados… o mercado todo agradecerá.
Amém

Avante a Democracia to contigo Brunão e aos Desingner formados, paciência pois vocês não são os únicos na face da terra. Estão comedos de que? Vocês tem tem que ter medo é dos que tão vindo ai com novas tecnologias que estão facilitando a vida dos Sobrinhos, Exemplo Adobe que a base de um clique ja vai de dar um Layout pronto e código PHP e MySQL arasta aqui e ali e tudo pronto.

Essas sim temos que ter medo, pois pra elas o software e o lancamento de tecnologias ao alcance de todos é muito mais importante do que uma só agência.

Exemplo melhor Google veio pra democratizar a iternet com Layout fraco, mas e que pode com você formado em designer?

Tem muita gente formada que é incompetente, sem talento e profissionalismo que estão no mercado de relevância baixa, que são as pequenas mercearias, chaveiros, bicicletaria e outros, que realmente buscam um orçamento mais baixo, onde entram os “sobrinhos”,( obs. Meu tio é dono de um shopping e fiz um excelente trabalho de comunicação visual para ele na cidade de Maringá,PR), resumindo, nesse caso acabam entrando em conflito, já que o “marmanjo” está perdendo espaço para os “sobrinhos”.

Mas se os sobrinhos já estão virando concorrência em um ramo maior, então a pessoa que é um profissional graduado, munido de um conhecimento mais abrangente da área, jamais irá perder uma venda ou um trabalho para garotos operadores de softwares, se for o caso, mais 5 anos de faculdade será necessário.

Olha, eu já pesquisei e estudei muito na internet,já vi muita gente que apresenta orgulosamente seu diploma mas peca muito no profissionalismo, parece que fizeram um curso de paintbrush/frontpage.

Enfim, que se coça com isso, tá na hora de se aposentar e abrir uma barbearia.

Ótimo artigo mesmo.
Bom, eu sou profissional de internet antes mesmo de existir browsers(isso mesmo!!!) eu fazia telas de BBSs em caracteres Ascii. Naquele tempo a única faculdade que existia na minha cidade natal era de Analise de sistemas.
A internet foi evoluindo e eu também.
Como não tenho tempo a perder e meus clientes querem seus sites “pra ontem” eu uso o CMS Joomla que me dá um website com todos os recursos, funcionalidades e elegância que um website profissional precisa. Dessa forma eu garanto a satisfação do cliente e dos visitantes e dedico o meu tempo para promover esses websites, seja com técnicas de SEO, seja por meios publicitários ou ambos.
Conclusão: Formados ou não perguntem se vocês colocariam os seus websites nos favoritos antes de criticar.

O que faz um profissional é a atitude, conhecimento e experiência de mercado. Muitos “micreiros” são pessoas que fazem curso de “design” em escolinhas de informática, onde não se aprende absolutamente nada de teoria, cases, estratégias, etc.

Na minha opinião, quem trabalha com Interface Web ou Marketing de Internet deve por obrigação ter pelo menos graduaão em Publicidade e Marketing.

A diferença se faz entre pessoas de atitude e hosnestas e pessoas que querem depender de cursos para estarem tituladas, mas não exercendo com sinceridade seu conhecimento que é adquirido com o tempo e experiência.

Há muitos micreiros e muitos profissionais. A diferença entre eles é o comportamento, experiência e cases.

Abraços